A situação
O que todos usam acaba, mais cedo ou mais tarde, em todo o lado.
As contas do lar são criadas uma vez, à pressa, pela pessoa que tinha o telemóvel na mão naquele momento. Um ano mais tarde, ninguém sabe que endereço de e-mail foi usado e a pessoa que sabe está fora.
Por isso, as respostas estão num chat de grupo, numa gaveta da cozinha e na cabeça de três pessoas diferentes. E nada disso coincide.
Um cartão é um lugar central para o qual todos no lar podem apontar. Não por ser especialmente inteligente, mas porque tem um lugar fixo.
Como fazer
Um cartão para o lar.
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Só para o lar
Deixa de fora os dados de acesso pessoais. Este cartão é para o router, os contadores, a televisão e o portal da escola.
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Uma palavra-passe, dita uma vez
Combina a palavra-passe com os adultos que precisam dela. Muda-a quando a composição do lar mudar.
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Um lugar fixo
O cartão está sempre na mesma gaveta, não no bolso das calças. Todos sabem qual é a gaveta.
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Rever uma vez por ano
Revê tudo uma vez por ano e apaga o que já não é usado no lar.
Partilhado não tem de significar:
espalhado por todo o lado.